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Sobre o CFCAm

Publicado: Segunda, 02 de Abril de 2018, 10h16 | Última atualização em Quarta, 21 de Outubro de 2020, 06h00 | Acessos: 6133

Contexto

Os centros de formação profissionais, ou CFs, são, dentro da estrutura organizacional da UFSB, unidades acadêmicas responsáveis pela formação profissional dos estudantes egressos dos cursos de primeiro ciclo (BIs e LIs), assim como pelo aprofundamento dos estudos nos cursos de pós-graduação. Criado junto com a fundação da Universidade Federal do Sul da Bahia, o Centro de Formação em Ciências Ambientais foi pensado para atender à crescente demanda por profissionais que promovam soluções inovadoras nas áreas relacionadas com às ciências ambientais. 

Convidamos a todos e todas a assistirem ao vídeo postado neste link. Neste material propomos uma explicação da proposta de ensino inovador que o CFCAm tem apresentado para a região. Troxemos os fluxos de formação e como ingressar nos cursos, bem como a melhor forma do ingressante percorrer seu caminho acadêmico: O ANTES, O AGORA E O DEPOIS DAS CIÊNCIAS AMBIENTAIS NA COSTA DO DESCOBRIMENTO: A EDUCAÇÃO COMO DESENVOLVIMENTO. Link: https://www.youtube.com/watch?v=F3le_h50o1E&t=6745s

Para mais vídeos e ações do CFCAm, visitem o canal: https://www.youtube.com/channel/UCCoDH_uI4v8czi_Wwv6NQNQ

Histórico

O Centro de Formação em Ciências Ambientais (CFCAm) é uma Unidade Universitária no âmbito da UFSB. Segundo o Art. 2o da Resolução 17/2016, a gestão acadêmica da Unidade Universitária é exercida pelos seguintes órgãos:

1) Congregação.
2) Decanato.
3) Colegiados de Cursos.

Parágrafo único. As demandas de apoio administrativo e à gestão acadêmica desses órgãos serão atendidas pelas secretarias acadêmicas e administrativas das Unidades Universitárias.

O Decanato é o órgão executivo da gestão acadêmica da Unidade Universitária. Abaixo, os gestores e os períodos de suas gestões à frente do decanato do CFCAm

Gestão 2013 – 2015
Decano
pro tempore do CFCAm: Dr. Asher Kiperstok First
Vice decano pro tempore (julho a dezembro/2015): Dr. Jorge Antonio Silva Costa

Gestão 2016­ - 2017
Decano
pro tempore do CFCAm: Dr. Jorge Antonio Silva Costa

Vice decano pro tempore: Dr. Carlos Werner Harckradt

Gestão 2017

Decano pro tempore: Dr. Carlos Werner Harckradt

Gestão 2017 – 2020

Decano: Dr. Carlos Werner Harckradt

Vice decano: Dr. Fabrício Berton Zanchi

Gestão 2020 – 2021

Decano: Dr. Fabrício Berton Zanchi

Vice decana: Dra. Juliana Pereira de Quadros

MEMBROS DA CONGREGAÇÃO DO CFCAm

Segundo Resolução UFSB 17/2016, que dispõe sobre os Órgãos de Gestão Acadêmica das Unidades Universitárias

Decano do CFCAm: Fabrício Berton Zanchi (Titular)

Vice Decana do CFCAm: Juliana Pereira de Quadros (Titular)

Coordenador(a) do Colegiado do Curso de Ciências Biológicas: Thiago Mafra Batista (Titular)/ Vice coordenador(a): Felipe Micali Nuvoloni (Suplente)

Coordenador(a) do Colegiado do Curso de Oceanologia: Juliana Pereira de Quadros (Titular)/ Vice coordenador do Colegiado do Curso de Oceanologia: Igor Emiliano Gomes Pinheiro (Suplente)

Coordenador(a) do Colegiado do Curso de Bacharelado Interdisciplinar em Ciências: Rodrigo Antonio Ceschini Sussmann (Titular)/ Vice coordenador: Silvio Tarou Sasaki (Suplente)

Coordenador(a) do Programa de Pós Graduação em Ciências e Tecnologias Ambientais: Catarina da Rocha Marcolin (Titular) Jailson Novais (Suplente)

Representante dos Servidores Docentes do CFCAm: Elfany Reis (Titular)/ Caio Rangel (Suplente) Representante pro tempore dos Servidores Técnico­Admnistrativos: Thaise Alves (Titular)

Representante dos Discentes:  Jamile Franca, Milena Costa Lopes, Gabriela (Titulares)
Representante do Conselho Estratégico Social da UFSB: Virginia Londe Camargos (Titular)/ Raoni Brás Pataxó (Suplente).

Missão e propósito

O CFCAm tem a responsabilidade de subsidiar as discussões e ações em Sustentabilidade. Nesse sentido, o CFCAm articula­se com a Pró Reitoria de Sustentabilidade e Integração Social (PROSIS), com os Colégios Universitários (CUNIs), os Institutos de Humanidades, Artes e Ciências (IHACs) e com os demais Centros de Formação (CFs) a fim de se estabelecer um constante diálogo e avaliação das ações sobre a temática da Sustentabilidade.

As Ciências Ambientais

A Área de Ciências Ambientais passou a ser reconhecida no Brasil a partir do ano de 2013 pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), saindo da Área Interdisciplinar para ocupar um status equivalente a essa.

As Ciências Ambientais* surgem diante das demandas socioambientais e das perspectivas do desenvolvimento sustentável, elementos inerentes a essa Área do Conhecimento. À Área de Ciências Ambientais compete abordar processos sociais e naturais, desenvolver novas tecnologias e estabelecer processos de gestão socioambientais, bem como formular e analisar políticas públicas voltadas à gestão ambiental em sentido amplo, considerando uma maior inclusão social.

Dessa forma, Ciências Ambientais não é o somatório ou a combinação entre Ciências, trata­se mais de um método de construção de conhecimento partindo de uma problemática/complexidade ambiental (sistemas sociais estão interconectados com ecológicos) que se deseja compreender e, preferencialmente, resolver.

Trata­se de uma ciência cujas pesquisas devem ser absolutamente contextualizadas porque surge na fronteira de grandes áreas de conhecimento como as ciências da terra, biológicas, agrárias, engenharias, saúde, sociais aplicadas e humanas (Arlindo Phillip Jr., Com. Pess.). Os conhecimentos de várias destas áreas, portanto, são fundamentais para dar respostas às questões ambientais. Assim, nas Ciências Ambientais, a interdisciplinaridade emerge naturalmente e passa a ser identificada como atitude e como método na produção de conhecimento.

Os problemas de pesquisa não respeitam competências acadêmicas específicas, grupos, geografia política, espacial ou econômica, tão importante quanto o pragmatismo da engenharia deve ser a reflexão das ciências sociais. O conhecimento pode ser específico, mas generalizável, de base universal, que resulte em publicações, produtos técnicos (p.ex. metodologias e patentes) e em inserção social, como formulação e avaliação de políticas públicas (CAPES, 2013).

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