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Edital PROAF 18/2021

Edital Proaf 18/2021-Título da Proposta: Já ouviu falar do fevereiro laranja?

  • Publicado: Segunda, 28 de Fevereiro de 2022, 11h35
  • Última atualização em Sexta, 25 de Março de 2022, 16h01
  • Acessos: 630

 Título da Proposta: Já ouviu falar do fevereiro laranja?

Proposta selecionada pelo Edital PROAF nº 18/2021 - UFSB: Universidade Promotora de Saúde (Edição Especial).

Objetivo Geral: Conscientizar sobre a importância do diagnóstico precoce da leucemia, tendo em vista, que se trata de uma doença que apresenta poucos indícios iniciais. Muitos pacientes são assintomáticos ou têm evolução clínica não dolorosa.

Estudantes Responsáveis: Aline do Amparo, Ylka Teles e Verena Cruz

 

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FEVEREIRO LARANJA

Conhecendo a Leucemia

O QUE É LEUCEMIA?

Leucemia é um câncer -> e como qualquer outro câncer ele vem de uma alteração genética de uma célula -> aquela célula ganha uma capacidade de multiplicação desordenada e surge, portanto, clone neoplásico -> nesse caso clone leucêmico que se multiplica e se acumula.

 

Como as leucemias podem ser classificadas?

aguda X crônica

− Aguda: os glóbulos brancos não completam seu processo de maturação, levando ao rápido crescimento dos blastos (células jovens imaturas).

− Crônica: os glóbulos brancos atingem um estado maturo, porém, devido a erros genéticos, se tornam morfológica, histológica e funcionalmente “anormais”.

 

Qual a importância do transplante de medula?

O transplante de medula é a única esperança de cura para muitas doenças do sangue, mas para que seja possível a sua realização é necessário que haja compatibilidade entre o doador e a pessoa doente. A cada cem mil pacientes, apenas um doador é compatível.

Por conta dessa estatística, quanto mais doadores houver, maiores serão as probabilidades de compatibilidade entre as pessoas.

 

LINFOIDE X MIELOIDE

− Linfoide: os glóbulos brancos leucêmicos são advindos da célula-tronco hematopoiética linfoide → envolve os linfócitos.

− Mieloide: os glóbulos brancos leucêmicos são advindos da célula-tronco hematopoiética mieloide → envolve hemácias, eritrócitos e plaquetas.

 

Como tornar-se um doador?

É preciso realizar um cadastro de doador em um hemocentro. É colhido 10 ml de sangue, para identificação de características genéticas. Os dados são incluídos no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME). As informações genéticas serão cruzadas com dados dos pacientes, sendo um doador compatível será necessário outros exames.

 

Quem pode doar medula óssea?

Para ser apto, tem que ter entre 18 e 55 anos de idade, estar bem de saúde e não ter doenças infecciosas transmissíveis.

 

SAÚDE É O QUE INTERESSA O RESTO NÃO TEM PRESSA.

Quais são os PRINCIPAIS sinais que aparecem na leucemia?

Anemia, sensação de cansaço, diminuição de tolerância ao exercício físico, palidez, sonolência, pode haver também palpitação, tontura, hematomas, inflamação na gengiva, perda de apetite e emagrecimento.

 

COMO O MÉDICO DIAGNÓSTICA A DOENÇA?

Diante da suspeita de um quadro de leucemia, o paciente deverá realizar exames de sangue e deverá ser referenciado para um hematologista, para avaliação médica específica.

Quais os possíveis riscos para o doador de medula óssea?

Os riscos ao doador são poucos, estão mais relacionados a necessidade de anestesia. Dentro de duas semanas a medula óssea voltará à sua integra novamente.

 

COMO É FEITA A DOAÇÃO DE MÉDULA OSSÉA?

Existem dois procedimentos, sendo a escolha mais adequada do médico. No primeiro, o doador é anestesiado em centro cirúrgico. A medula é retirada do interior dos ossos da bacia por meio de punções (pequenas aberturas).

O segundo procedimento chama-se aférese. Nesse procedimento o doador toma um medicamento que permite a retirada das células através das veias do braço. Nos dois casos, a medula óssea do doador se recompõe em apenas 15 dias.

IMPORTANTE: As informações disponibilizadas possuem carater meramente educativo, permitindo apenas ao profissional devidamente habilitado o diagnóstico da doença.

 

Realização: Aline Amparo, Verena Orsi e Ylka Teles.

Referências Bibliográficas :

Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº 834, de 5 de setembro de 2014. Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas da Leucemia Mieloide Aguda do Adulto. 2014.

INCA. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. ABC do câncer: Abordagens Básicas Para o Controle do Câncer. 6ª ed. Rio de Janeiro: INCA, 2020

Instituto Nacional de Cancer-INCA. Tratamento do Câncer, 02/08/2021. Disponível em<https://www.inca.gov.br/tratamento/transplante-de-medula-ossea> Acessado em <29/01/2022>.

Hoff, PMG. Tratado de oncologia. São Paulo: Atheneu, 2013.

Martins, MA et al. Clínica médica. v. 3 - Doenças Hematológicas, Oncologia e Doenças Renais e Geniturinárias. USP, 2016

Ministério da Saúde. Transplante de medula Óssea, 09/02/2009. Disponivel em <https://bvsms.saude.gov.br/transplante-de-medula

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Zago, MA; Falcão, RP, Pasquini, R. Tratado de hematologia. São Paulo: Atheneu, 2013..

 

 

 
 
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