Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > CPS > Plano de Logística Sustentável - PLS > Uncategorised > Infraestrutura e Operações dos Campi
Início do conteúdo da página

Infraestrutura e Operações dos Campi

Publicado: Quarta, 16 de Janeiro de 2019, 12h43 | Última atualização em Terça, 06 de Julho de 2021, 22h21 | Acessos: 3679

Para que o compromisso da UFSB com a Sustentabilidade tenha respaldo, é fundamental que o discurso esteja alinhado às práticas. Neste sentido, uma das premissas da instituição é a redução dos impactos negativos sobre o ambiente em que se insere, e os espaços onde a vida universitária se desenvolve (os Campi e Rede Anísio Teixeira de Colégios Universitários - Rede CUNI) são áreas privilegiadas para que a comunidade (interna e externa) possa experenciar estas práticas.

Desde o início de suas atividades em 2014, a UFSB, por meio da equipe da Diretoria de Infraestrutura (DINFRA/UFSB), dedicou-se à requalificação de áreas nobres já antropizados. Neste processo, os projetos de reforma de edificações existentes permitiram a ocupação de espaços ociosos como (em ordem cronológica) o Centro de Cultural e de Eventos do Descobrimento em Porto Seguro, que hoje abriga o Campus Sosígenes Costa; as instalações do antigo DERBA (Departamento de Estradas de Rodagem da Bahia) em Teixeira de Freitas, que hoje abriga o Campus Paulo Freire; e o antigo Fórum Ruy Barbosa em Itabuna, que abriga a Reitoria da UFSB. Em todos os casos, as reformas permitiram a adoção de princípios da ecoeficiência, como o aproveitamento da luminosidade e ventilação naturais, a substituição de componentes hidráulicos e elétricos antigos por itens mais eficientes e econômicos, dentre outros.

Para as novas edificações, já foi possível avançar nos princípios da arquitetura sustentável, com destaque para as seguintes características:

  • Bioclimática – edificações implantadas seguindo correta orientação em relação ao sol e aos ventos predominantes e aproveitamento máximo das condições naturais locais;
  • Aproveitamento do potencial de geração de energia solar – instalação de placas fotovoltaicas nas coberturas;
  • Aproveitamento da iluminação natural - posicionamento das aberturas de fachada para áreas iluminantes e dimensionamento das aberturas; iluminação zenital;
  • Utilização coerente da iluminação artificial - especificação de lâmpadas e luminárias de alto desempenho e baixo consumo (LED); iluminação dimerizável; acendimento automático (sensores de presença); acionamentos independentes (iluminação das áreas próximas às esquadrias);
  • Redução de carga térmica - utilização de cores claras; aberturas que possibilitem uma ventilação cruzada; escolha de materiais para envoltória que propiciem proteção térmica e acústica; utilização de brises e cobogós; grandes beirais;
  • Acessibilidade (conforme NBR 9050/ 2004) - Implantação de rampas, elevadores ou plataformas; dimensionamento das portas e circulações; sanitários e vestiários acessíveis; bebedouros com alturas acessíveis; mobiliário acessível ou reguláveis; sinalização em placas, podotátil e braile; faixas exclusivas para pedestres e ciclistas, reduzindo o tráfego de veículos; vagas reservadas para veículos;
  • Soluções tecnológicas e Sistemas construtivos ecoeficientes - sistema estrutural do tipo “Construção Seca” (rapidez na montagem, redução no consumo de água, redução na produção de resíduos, diminuição do desperdício de recursos naturais e matéria-prima); uso de estrutura mista (pilares pré-moldados em concreto armado, vigas metálicas); lajes do tipo steeldeck (telha de aço galvanizado e uma camada de concreto); divisórias em chapas de placas cimentícias e gesso acartonado, com preenchimento interno para melhoramento acústico;
  • Cobertura vegetal - plantio de espécies nativas para incentivo e atração da fauna local; promoção dos serviços ambientais e ecossistêmicos;
  • Uso racional da água - sistema de coleta de esgoto sanitário com segregação das águas residuárias (amarelas, cinzas, marrons); utilização de sistemas biológicos para tratamento de esgoto; reuso de águas cinzas e amarelas; aproveitamento de águas pluviais; reaproveitamento da água condensada; implementação de dispositivos economizadores de água; hidrometração seletiva por ambientes e grupos de aparelhos sanitários; captação subterrânea como alternativa para abastecimento de água;
  • Drenagem Sustentável - tratamento e aproveitamento do escoamento pluvial; requalificação e/ou criação de canais artificiais de drenagem - preservação do sistema natural e integração institucional; uso de pavimentos permeáveis; utilização de telhados verdes.

Além de atender o compromisso com a redução do impacto ao meio ambiente, o modo de ocupação dos espaços pela a UFSB está transformando estes equipamentos em Laboratórios Vivos para a Sustentabilidade. Assim, as instalações da UFSB inspiram e oportunizam o desenvolvimento de soluções para consumo interno e para demandas do território, conforme modelo abaixo.

 

Fim do conteúdo da página